Tajine de borrego com cuscuz

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Marrocos com eles!

Nós adoramos Marrocos! Já estivemos várias vezes neste país fantástico e, em cada uma das viagens, descobrimos uma característica especial que nos faz querer voltar.

A culinária é um dos aspectos mais marcantes e do qual mais gostamos. São as misturas de sabores, os aromas quentes e picantes que nos fazem crescer água na boca só de pensar em lá voltar.

Fazemos várias vezes comida tipicamente marroquina. Se é fiel ao original, não sabemos, mas nós tentamos.

Este prato é confeccionado numa tajine, uma espécie de panela, feita de barro cozido envernizado ou pintado, com uma tampa cónica com o formato de uma chaminé. Essa chaminé é fechada no topo e por aí se deita água para passar humidade.

A receita desta semana deve ser cozinhada em lume muito brando, mas pode também preparar esta receita num tacho normal.

Até para a semana.

Tempo: 2/3

Custo: 2/3

Dificuldade: 2/3

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Preparação

Coloque a tajine ao lume com o azeite e as especiarias moídas. Junte o borrego em pedaços e tempere com sal e pimenta moída. Adicione os legumes, a cebola e os alhos picados. Tape e cozinhe em lume brando, durante cerca de 45 minutos.

Entretanto, coloque o cuscuz dentro de uma tigela. Depois, junte o azeite e regue com o caldo quente. Envolva e mantenha tapado, por 15 minutos. No fim, mexa com um garfo e sirva a acompanhar a tajine, num recipiente à parte.

 

Nota: não se acrescenta caldo na tajine porque como cozinha muito lentamente o líquido da carne e dos legumes é suficiente.

Boa viagem, Espiga
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Cuscuz

“Em árabe, é designado t’âam. O cuscuz é o maior símbolo da gastronomia do Norte de África. Feito a partir de trigo duro e, a par do pão, é o alimento básico das populações locais. Acaba por ser difundido para o Mediterrâneo pelos mouros.”

In Os Mistérios do Abade de Priscos e Outras Histórias Curiosas e Deliciosas da gastronomia (p. 252), de Fortunato da Câmara (A Esfera dos Livros).

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Curiosidades

“Os islâmicos consomem cuscuz à sexta-feira, por ser o dia mais abençoado da semana.” In Os Mistérios do Abade de Priscos e Outras Histórias Curiosas e Deliciosas da gastronomia (p. 252), de Fortunato da Câmara (A Esfera dos Livros).

Notas e Memórias

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