Sericaia

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52 semanas, 52 receitas!

É verdade! Chegámos ao fim deste compromisso que fizemos consigo. Foram 52 semanas e 52 receitas consecutivas. Foi um “caminho de sabores” que adorámos percorrer, nesta viagem pelas receitas que nos apaixonaram durante um ano inteiro.

Decidimos terminar numa nota doce, com uma Sericaia do Alentejo profundo que esperamos que faça as delícias de todos!

Continue a acompanhar o Viagens à Mesa, pois iremos continuar a trazer-lhe novidades.

Até breve!

Tempo: 2/3

Custo: 1/3

Dificuldade: 2/3

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Preparação

Bata o açúcar com as gemas até obter um creme. Leve o leite a ferver com o pau de canela, a casca de limão e o sal. Deixe arrefecer, dissolva a farinha e depois adicione o açúcar com as gemas e mexa bem. Leve  lume brando, até engrossar. Deixe arrefecer.

Bata as claras em castelo e junte-as, com cuidado, ao preparado anterior. Num prato de barro, que possa ir ao forno, deite colheradas do doce em direcções opostas: uma ao comprido e outra à largura. Polvilhe com canela e leve ao forno bem quente. Ao cozer, deve abrir fendas. Sirva acompanhado de ameixa de Elvas.

Boa viagem, Espiga
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Sericaia ou Sericá

Será oriunda da Índia ou do Brasil? A dúvida será eterna. Certo é que a sericaia, ou sericá, foi elaborada desde os Descobrimentos, com todo o esmero, em dois conventos alentejanos que se apropriaram dos direitos de importação da receita – o Convento das Chagas de Vila Viçosa e o Convento das Clarissas de Elvas. O primeiro entendeu chamar-lhe sericaia e o outro, sericá. De qualquer forma, este doce só é feito no Alentejo.

Notas e Memórias

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