Moqueca de Camarão

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Bem-vindo aos trópicos

Temos grande curiosidade pelas cozinhas brasileira, africana e tropical em geral. Esta semana, trazemos-lhe um prato que já comemos várias vezes, mas que ainda não nos tínhamos atrevido a fazer em casa.

Decidimos lançar-nos nesta aventura e torcer para que corresse bem. E não é que correu? Primeiro, fomos em busca do azeite-de-dendê (ou óleo de palma), indispensável neste prato, e, em seguida, preparámos todos os outros ingredientes e colocámos mãos à obra. Certos temperos, substituímo-los pelos secos da Espiga, como a malagueta, que trocámos por gindungo, mas resultou na perfeição. Conseguimos obter aquele sabor adocicado que rapidamente contrasta com o picante do gindungo assim que colocamos a colher à boca.

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Tempo: 2/3

Custo: 3/3

Dificuldade: 2/3

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Preparação

Num tacho, leve ao lume o óleo com a cebola e o alho e salsa, até alourar. Junte os camarões descascados, já temperados com o sal, o sumo de limão e os coentros picados. Deixam-se refogar. A este preparado, misture os tomates, limpos de peles e sementes, cortados aos bocadinhos. Tape o tacho e deixe cozinhar em lume brando. De seguida, deite o alho e gindungo, a paprica, o vinagre e o leite de coco. Deixe ferver para engrossar. Por fim, junte o azeite-de-dendê, que não deve ferver.

Sirva com arroz e farofa.

Boa viagem, Espiga
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Vamos conhecer melhor o jindungo...

Há alguma controvérsia quanto à origem do gindungo. Há quem afirme ser o nome angolano para designar malagueta ou piripíri, enquanto outros dizem ser uma outra espécie pertencente à mesma família. Uma coisa é certa, é um condimento muito picante, que oferece um agradável paladar e que é imprescindível em muitas receitas das cozinhas africana, asiática, mexicana e brasileira.

Utilize-o em todo o tipo de pratos de carne, peixe, marisco ou sopas e molhos.

Notas e Memórias

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